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quem somos

Missão

A CEDUVERDE tem como missão “formar e educar profissionais críticos e reflexivos, segundo uma perspectiva humanista comprometidos com valores sólidos e capazes de contribuir com o desenvolvimento da região Noroeste do estado de São Paulo”.

Princípios

A CEDUVERDE se conduzirá pelos princípios a seguir delineados:

■ COMUNICAÇÃO
Corresponde à ampla divulgação e transparência das ações, dos projetos e das decisões praticadas, sempre de forma clara e acessível e permitindo a interação com a comunidade acadêmica, a sociedade e governos.

■ DIVERSIDADE
Respeito às diversas visões de mundo e de avaliação, desde que estejam referenciadas em princípios epistemológicos e científicos, conciliando aspectos teóricos e empíricos sobre avaliação educacional, aproximando os avanços metodológicos do campo de aplicação prática e técnica.

■ ÉTICA
Conjunto de normas comportamentais aceitas, livre e conscientemente, focado na transparência, honra, justiça e imparcialidade, aplicado em qualquer situação, tempo ou lugar.

■ EXCELÊNCIA
Comprometimento com a qualidade do ensino e a prática investigativa, bem como com os projetos e serviços ofertados à sociedade e comunidade acadêmica, buscando agregar a satisfação dos usuários e a realização plena da visão de futuro à missão da FACEVE.

■ FLEXIBILIDADE
Capacidade para encarar situações e mudanças sem atitudes preconcebidas ou rígidas, demonstrando disposição, interesse e abertura para entender as situações e adotar, ou não, novas posições.

■ GESTÃO COLEGIADA E PARTICIPATIVA
Modelo de gestão colegiada com postura apoiada no diálogo, estímulo à participação dos docentes, discentes e técnicos de forma a contribuir nas decisões da CEDUVERDE, visando ao comprometimento com a sua visão de futuro e a sua missão.

■ INTEGRAÇÃO
Atitude congregadora, articuladora e harmonizadora em torno das ideias, projetos e ações, buscando uma visão ampla e consecução de objetivos e interesses comuns e a parceria constante entre docentes, discentes, técnico-administrativos e os diferentes núcleos temáticos.

■ REFLEXIBILIDADE E PROPOSIÇÃO
Conceito de avaliação como processo contínuo em que os sujeitos emitem reflexão e proposição sobre os objetos visando melhor conhecê-los ou transformá-los, facilitando outros processos como: tomada de decisão, planejamento, gestão, organização e retroalimentação (feedback).

■ RESPONSABILIDADE SOCIAL E CONTEXTUAL Condução do ensino e da iniciação científica de maneira responsável com o desenvolvimento social, científico, político, legal e ético, ouvindo e incorporando os interesses dos docentes, discentes, técnico-administrativos, usuários, sociedade e governos.

Visão de Futuro

Tendo em vista o cumprimento de sua Missão, a CEDUVERDE estará orientada, para uma grande conquista estratégica expressa por meio da seguinte visão de futuro: “ser reconhecida como um centro de excelência na formação de recursos humanos cônscios das suas responsabilidades científicas, éticas, sociais e técnicas, numa concepção humanística junto à sociedade paulista e brasileira”.

Nossa filosofia

A CEDUVERDE tem como filosofia desenvolver um trabalho centrado no aluno, tornando-o participativo, consciente, crítico, investigativo e ético. Essas qualidades são a garantia de que os conhecimentos adquiridos serão aplicados na prática e, assim, formarão agentes históricos e transformadores. Nesse processo, é imprescindível o suporte dado pela escola e a participação dos pais, por meio do diálogo constante na convivência familiar.

O conhecimento dos conteúdos por si só não são suficientes para garantir a qualidades das aulas. O professor precisa ir além, precisa ser curioso e estar muito bem informado até para poder estabelecer pontes entre os conteúdos que ensina e os assuntos atuais que estão correlacionados.
Espera-se de um bom profissional que desenvolva no aluno um estilo crítico e investigativo, estimulando os raciocínios complexos e estabelecendo relações que levam o aluno a aplicar os conhecimentos na vida prática, A concepção de ensino que norteará nossos trabalhos não se resumirá simplesmente em fazer com que o estudante tire uma boa nota e seja aprovado no final do ano, mas na aquisição de habilidades que lhe sirvam de embasamento para o seu futuro profissional.
É a filosofia da metodologia do ensino nascente que se imporá como ferramenta indispensável para que o professor consiga atingir estes objetivos. As aulas devem ser significativas e cativar a atenção do aluno, utilizando-se de recursos e estratégias que prendam a atenção e envolvam a participação do aluno (o que se consegue mais do que com a simples explanação oral dos conteúdos sem a participação dos educandos).

Dentro desta filosofia de ensino, cumpre destacar a questão ética; nunca se falou tanto em cidadania, tema que virou moda. A ética será não um objetivo da escola, mas um princípio. Em vez de falar, será preciso fazer para interiorizar. A escola deverá procurar trabalhar o aluno para que ele perceba como agente histórico, como cidadão transformador.

Como educação tem demandado uma energia cada vez maior (pois o limite entre a casa e a escola está desaparecendo), e assumindo um papel cada vez maior na formação do aluno como cidadão, os valores estão presentes em questões embutidas em pequenos e sutis detalhes do dia-a-dia, para os quais é preciso prestar atenção. Assim um dos valores mais trabalhados deverá ser o respeito pelo outro: – “o respeito pelo colega, pelo professor, pela direção, pelo funcionário” – e carregado de autonomia, o jovem tem de aprender a ser sujeito da ação, autor da ação e responsável pela ação. Para isso, todos deverão atuar em uníssono e no exato momento em que o problema surge.
Sem prejuízo do conteúdo acadêmico, deve-se procurar dar ao aluno uma formação com visão solidária da sociedade, para que ele se comprometa a mudar situações de opressão em qualquer nível, atuando no mundo, combatendo injustiças e engajando-se em causas sociais. Além de conteúdo das disciplinas, esta exigência também se dará por meio de projetos e atividades.

A escola deverá ser um lugar onde cada aluno encontre a possibilidade de se instrumentalizar para a realização de seus projetos; por isso, a qualidade do ensino é condição necessária à formação moral dos seus alunos. Se não se promove um ensino de boa qualidade, a escola condena seus alunos a sérias dificuldades na vida, decorrentemente, a que vejam seus projetos da vida frustrados. Ao lado do trabalho do ensino. O convívio dentro da escola deverá ser organizado de forma que os conceitos de justiça, respeito e solidariedade sejam vivificados e compreendidos pelos alunos, como aliados à perspectiva de uma “vida boa”. Dessa forma, não somente aos alunos perceberão que estes valores e as regras decorrentes são coerentes com seus projetos de felicidade, como integrados às suas personalidades. Enfim, a escola deve ser o lugar onde os valores morais são pensados, refletidos, e não meramente frutos do hábito. A escola deve ser o lugar onde os alunos desenvolvam a arte do diálogo.

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